saudades (olimac123)
Familia Abarca
Le 10/06/2008 à 22:22
História
A família
parece provir de D. Pedro de Guevara que foi criado pelo rei de Navarra
D. Sancho Abarca e dele terá tomado o apelido, tendo o seu solar no
reino de Aragão.
A família espalhou-se por vários pontos de Espanha e deu origem a diversos ramos que se diferençaram pelas armas.
De
um deles descendeu D. Afonso Abarca, casado com D. Teresa de Andrade e
pais de D. Francisca Abarca, mulher de António Lopes Galhardo,
governador da praça de Salvaterra em Castela. Feito prisioneiro pelos
portugueses, passou a Portugal e serviu D. João IV na província da
Beira com a patente de tenente-general de cavalaria.
Deste António
Lopes Galhardo, filho de Diogo Lopez Galhardo, fidalgo castelhano
governador de Larache, e de D. Francisca Abarca houve D. Diogo Lopes
Galhardo e D. Josefa Manuela Galhardo e Abarca, casada com Máximo da
Silva, com sucessão.
D. Diogo Lopes Galhardo teve carta de brasão de
armas em 13.11.1750 e, segundo os autores espanhóis, estes Abarcas
portugueses descenderam do ramo da família espanhola radicada em
Sanatnder, a avalair pela semelhança das armas usadas em Portugal.
Em
princípios do século XV, foi para a ilha Terceira D. Pedro de Abarca,
fidalgo de Tui, na Galiza, e a sua descendência ligou-se desde logo às
principais famílias portuguesas dos Açores.
Armas
De
ouro, com uma cadeia de dez fusis de azul posta em banda e em orla,
acompanhada de duas abarcas axadrezadas de negro e de ouro, forradas de
vermelho
A família
parece provir de D. Pedro de Guevara que foi criado pelo rei de Navarra
D. Sancho Abarca e dele terá tomado o apelido, tendo o seu solar no
reino de Aragão.
A família espalhou-se por vários pontos de Espanha e deu origem a diversos ramos que se diferençaram pelas armas.
De
um deles descendeu D. Afonso Abarca, casado com D. Teresa de Andrade e
pais de D. Francisca Abarca, mulher de António Lopes Galhardo,
governador da praça de Salvaterra em Castela. Feito prisioneiro pelos
portugueses, passou a Portugal e serviu D. João IV na província da
Beira com a patente de tenente-general de cavalaria.
Deste António
Lopes Galhardo, filho de Diogo Lopez Galhardo, fidalgo castelhano
governador de Larache, e de D. Francisca Abarca houve D. Diogo Lopes
Galhardo e D. Josefa Manuela Galhardo e Abarca, casada com Máximo da
Silva, com sucessão.
D. Diogo Lopes Galhardo teve carta de brasão de
armas em 13.11.1750 e, segundo os autores espanhóis, estes Abarcas
portugueses descenderam do ramo da família espanhola radicada em
Sanatnder, a avalair pela semelhança das armas usadas em Portugal.
Em
princípios do século XV, foi para a ilha Terceira D. Pedro de Abarca,
fidalgo de Tui, na Galiza, e a sua descendência ligou-se desde logo às
principais famílias portuguesas dos Açores.
Armas
De
ouro, com uma cadeia de dez fusis de azul posta em banda e em orla,
acompanhada de duas abarcas axadrezadas de negro e de ouro, forradas de
vermelho
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